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2010

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Articles 1 - 30 of 47

Full-Text Articles in Theory and Criticism

Não Uma Outra República, A Nossa República, Outra, Paulo Ferreira Da Cunha Dec 2010

Não Uma Outra República, A Nossa República, Outra, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Porque é que as democracias nunca se defendem bem? E como não vêem alguns dos que, generosa ou utopicamente, advogam uma nova república (a que chamam IV, normalmente, contando como tal o salazarismo-caetanismo, que foi uma autocracia, logo não uma república, mesmo uma anti-república), estão objectivamente a levar água ao moinho dessa coisa-outra que pode ter fachada republicana (ou monárquica…), mas só poderia ser, de novo, uma autocracia?


Revisões Constitucionais Inconstitucionais?, Paulo Ferreira Da Cunha Nov 2010

Revisões Constitucionais Inconstitucionais?, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Algumas propostas de revisão constitucional parecem ignorar que tal procedimento está constitucionalizado, e que há regras para o fazer, assim como vários limites a respeitar. Só podem ser consideradas iniciativas de divulgação de ideários políticos porque, se por absurdo fossem por diante, acabariam por constituir revisões constitucionais inconstitucionais. Um dos pontos mais nevráligicos da polémica (não só portuguesa) sobre as mutações constitucionais é o Estado Social. Sobre ele se gerou um amplo consenso na Constituinte, que persiste e até talvez se haja aprofundado na sociedade de hoje. Ele faz intrinsecamente parte do programa da Constituição vigente, pelo que revê-la de ...


Visões E Revisões Constitucionais, Paulo Ferreira Da Cunha Nov 2010

Visões E Revisões Constitucionais, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Os tempos actuais são apesar de tudo excelentes para reflectir sobre o vero alcance das normas. E sobretudo das normas generosas da nossa Constituição democrática e social. Não se pense que a Constituição é milagrosa. As crises, como aquela em que nos encontramos, colocam-lhe desafios sérios, e é a força das coisas, dos factos, e não o normativo dos textos, quem impera normalmente.


Odd Man Out: Two Self-Portraits Of Henri De Toulouse-Lautrec, Ava Pandiani Nov 2010

Odd Man Out: Two Self-Portraits Of Henri De Toulouse-Lautrec, Ava Pandiani

Art & Art History Student Papers

No abstract provided.


Palavras Claras, Paulo Ferreira Da Cunha Oct 2010

Palavras Claras, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Cuidemos das palavras. É tão fácil identificar um novo-rico cultural ou um tecnocrata vazio pela linguagem de plástico... Essa linguagem (voltei a ver agora numa releitura de António Telmo, mas já está em Confúcio), molda mesmo a mente. Quem assim fala, assim pensa. É critério infalível.


Lições Do Kiwi, Paulo Ferreira Da Cunha Oct 2010

Lições Do Kiwi, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Nenhum desafio, nem mesmo o do sabor de um fruto descrito por palavras, pode ficar sem resposta – ainda que aproximativa; a ausência de convenções sobre o como fazer não deve paralisar quem quer fazer; a analogia com o fazer outras coisas pode servir de inspiração; mas não se pode fazer algo de novo, ou face a coisas novas meramente repetindo o antigo – é preciso alguma inovação, ainda que na reunião dos meios; finalmente, cada coisa, cada desafio novo, cada nova tarefa, convoca instrumentos adequados, e não outros.


A Focus On Images-Sense And Form: Inaugural Exhibition, Curtis Carter Oct 2010

A Focus On Images-Sense And Form: Inaugural Exhibition, Curtis Carter

Curtis Carter

"A Focus on Images - Sense and Form, an exhibition of selected works from the Permanent Collection with added selections from private collectors, is an occasion to explore a sampling from a variety of artists' images encompassing the 12th century to the present and to reflect upon their importance in human experience. From the mysterious and elegant masks of African tribal arts to the often provocative figurative and abstract wall markings of yesterday's graffitists, artists' images have enjoyed cultural significance quite beyond any apparent contribution to the necessities of day-to- day practical living."


Inaugural Year Gifts 1984-85: An Exhibition Of Selected Paintings, Works On Paper, Sculpture And Decorative Arts, Curtis Carter Oct 2010

Inaugural Year Gifts 1984-85: An Exhibition Of Selected Paintings, Works On Paper, Sculpture And Decorative Arts, Curtis Carter

Curtis Carter

"During its Inaugural Year the Patrick and Beatrice Haggerty Museum of Art has attracted significant gifts of art including important Old Master paintings, prints and drawings, photographs, sculpture, decorative arts, Oriental, and tribal arts. Among the highlights of this year's gifts are four seventeenth-century Dutch and Flemish paintings, a collection of American Regionalist mural paintings by artists Joe Jones and James B. Turnbull, and substantial additions to the print collection. Perhaps the most visible of the inaugural gifts are the eighteen sculptural tables and benches designed by artist Ernest Shaw that grace the garden area north of the museum ...


República E Monarquia: Desfazendo Confusões, Paulo Ferreira Da Cunha Oct 2010

República E Monarquia: Desfazendo Confusões, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Há pelo menos três sentidos essencias da palavra República... Se os confundirmos, estamos perdidos, nunca nos entenderemos. O sentido mais profícuo é o material ou substancial e intermédio: nem o que diz que todas as sociedades políticas o são (sentido hoje quase esquecido), nem o que identifica formalmente as repúblicas com todas as sociedades que não têm rei, sem lhes verificar requisitos éticos. Há um "quid" especial nas Repúblicas para quem é republicano. E que não tem nada a ver com o que nelas vêem os monárquicos ou os indiferentes (?)...


Art As "Night": An Art-Theological Treatise, Gavin W. Keeney Oct 2010

Art As "Night": An Art-Theological Treatise, Gavin W. Keeney

Gavin W Keeney

Art as “Night” proposes a type of a-historical dark knowledge (a-theology and theology, at once) crossing painting since Velázquez, but reaching back to the Renaissance, especially Titian and Caravaggio. As a form of formalism, this “night” is also closely allied with forms of intellection that come to reside in art as pure visual agency or material knowledge while invoking moral agency, a function of art more or less bracketed in modern art for ethical and/or political agency.

Not a theory of meta-painting, Art as “Night” restores coordinates arguably lost in painting since the separation of natural and moral philosophy ...


The Cypress Trees In "The Starry Night": A Symbolic Self-Portrait Of Vincent Van Gogh, Jessica Caldarone Oct 2010

The Cypress Trees In "The Starry Night": A Symbolic Self-Portrait Of Vincent Van Gogh, Jessica Caldarone

Art & Art History Student Papers

No abstract provided.


Paradigmatic Portraits From Weimar Germany: Martha Dix, Sylvia Von Harden, And Anita Berber According To Otto Dix, Althea Ruoppo Oct 2010

Paradigmatic Portraits From Weimar Germany: Martha Dix, Sylvia Von Harden, And Anita Berber According To Otto Dix, Althea Ruoppo

Art & Art History Student Papers

No abstract provided.


With Lovers As Her Muse: How Men Influenced The Designs Of Coco Chanel, Sara Spirito Oct 2010

With Lovers As Her Muse: How Men Influenced The Designs Of Coco Chanel, Sara Spirito

Art & Art History Student Papers

No abstract provided.


Henri Mattise's "The Red Studio": Art As Real/The World As Illusion, Alyssa Johnson Oct 2010

Henri Mattise's "The Red Studio": Art As Real/The World As Illusion, Alyssa Johnson

Art & Art History Student Papers

No abstract provided.


“Where Do We Come From? What Are We? Where Are We Going?”: Freud And The Unconscious Of Paul Gauguin, Lauren Cavalli Oct 2010

“Where Do We Come From? What Are We? Where Are We Going?”: Freud And The Unconscious Of Paul Gauguin, Lauren Cavalli

Art & Art History Student Papers

No abstract provided.


Pedro E O Lobo, Paulo Ferreira Da Cunha Sep 2010

Pedro E O Lobo, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Somos constantemente bombardeados com desgraças. Os telejornais coleccionam desgraças pelo mundo, até de poucos mortos, todas juntas. O catastrofismo é empolado por privilegiados e ociosos (que disso não se dão conta), que gostariam de mais privilégios, e cuja ociosidade precisa de ser preenchida com emoções fortes, ainda que artificiais. Quando é necessário unir os Portugueses e trabalhar muito, precisamente nos acenam com o mito do Dom Sebastião... Como seria a desilusão dos incautos por eles arrastados se acaso triunfassem as suas pretensões... O presente artigo pretende sublinhar a importância do triunfo do princípio da responsabilidade sobre os impulsos tanáticos, suicidas ...


República E Justiça Social, Paulo Ferreira Da Cunha Sep 2010

República E Justiça Social, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Será a República socialmente indiferente? Algumas experiências concretas (e desde logo a I República portuguesa) levaram alguns, sobretudo mais adeptos de transformações mais profundas e violentas, a criticar o republicanismo por contrário à Justiça Social, ou, pelo menos, como muito tímido nessa matéria. Mas será que a República é, por natureza, anti-social, a-social ou mesmo conservadora? Não nos parece...


República, Adjectivos E Números, Paulo Ferreira Da Cunha Sep 2010

República, Adjectivos E Números, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Políticos e comentadores que falam em renovação das instituições e a tal querem dar novo nome, caem quase sempre em expressões de conotação perigosa à luz da História política.Felizmente as nossas Repúblicas não têm numeração oficial. Em tempo de comemorações, há quem fale em mais Repúblicas do que duas. E mesmo quem se preocupe com os 100 anos da República se não se contar o interregno, o “Estado Novo”. Mas o que os republicanos comemoram é um século desde a implantação da República (1910). É esse momento que se celebra.


Constitucionalidade É Regra, Paulo Ferreira Da Cunha Aug 2010

Constitucionalidade É Regra, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

A Constituição não é um desses conceitos que se dobram e desdobram, fazem e refazem a bel-prazer dos interesses dos políticos, ou dos comentadores, que não o são menos. Não é questão de moda. Já como que ouvimos alguns a pensar, e quiçá a dizer mesmo: "Esta estação "está a dar", é "chic" ser contra a velharia da Constituição. Façamos pois uma nova, rasguemos e rompamos a velha - mesmo que por revisão -, fruto dessa coisa caduca, desactualizada, a revolução dos cravos, flor popularucha..." A Constituição, porém, não se muda por capricho de bem-pensantes, que nos querem doutrinar com o que ...


A Constituição É Soberana, Paulo Ferreira Da Cunha Aug 2010

A Constituição É Soberana, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

A Constituição está acima de toda e qualquer outra manifestação jurídica, e, naturalmente, política. Por isso tem sido identificada, na pirâmide normativa (e jurídica em geral), com o vértice. Todo o Direito tem de estar de acordo com a Constituição. As normas, mesmo pretensamente constitucionais, que não respeitem a Constituição, são inconstitucionais e devem ser apagadas (quanto possível, pela natureza das coisas) da ordem jurídica. Estas como outras ideias simples nem sempre são aplicadas (ou se têm presentes) na prática do debate político. Quando, por exemplo, se pensa em revisões constitucionais. Estas também têm de respeitar a hierarquia normativa, logo ...


Constituição É Estabilidade, Paulo Ferreira Da Cunha Aug 2010

Constituição É Estabilidade, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

A Constituição é a norma das normas, base da estabilidade institucional e da continuidade política para além dos governos, que se vão sucedendo e a devem sempre cumprir. A Constituição contém um programa nacional comum. Quando esse programa não servir realmente, não se revê a Constituição. Faz-se uma revolução e virá por ela nova Constituição. Mas estamos contentes com a Constituição que temos. Ela serve-nos, com mudanças de pormenor, quando oportuno.


John Cushnie: Greying The Grey, Matthew Ryan Smith Jul 2010

John Cushnie: Greying The Grey, Matthew Ryan Smith

Matthew Ryan Smith, Ph.D.

Paintings are not talking heads. They can produce a conversation, an interaction, an exchange. They ask us to listen with our eyes, to feel the space between us, to project ourselves. The paintings in Eidolon Prospects aim for a mutual exchange, a reciprocal relationship — they push us to face our uncertainty, to work at them, to reconsider their visuality, to tap into their manipulation of materials. Their material and pigment are rendered as voices, and in their silent speech, the paintings come to haunt us. John [Cushnie]’s paintings disturb, incite and ambiguate.


Futebol Como Metáfora, Paulo Ferreira Da Cunha Jul 2010

Futebol Como Metáfora, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

O grande antropólogo brasileiro Roberto Da Matta, em entrevista a Marília Gabriela, na SBT, notável a muitos títulos, pareceu-nos ter elogiado o futebol como um sector social em que os jogadores são escolhidos pelo seu mérito efectivo e não por "cunhas" ou por motivos hereditários ou de afinidade. O que seria se a sociedade em geral se regulasse do mesmo modo? Ponderam-se neste artigo o entusiasmo por uma metáfora dessas e sublinha-se também a ambiguidade dessa "meritocracia"...


Higiene Da Língua, Paulo Ferreira Da Cunha Jul 2010

Higiene Da Língua, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Não interessam as ideias, ou o que se diga, mas apenas "passar na TV"? A nossa Língua não denota, nos maus tratos que sofre, doenças sociais e políticas? Antes de tudo, para haver saúde social e política, é preciso ter ideias claras. E elas não existem sem palavras apropriadas - uma lição de Confúcio a meditar. A alternativa é venerarmos apenas, acriticamente, os ídolos que passem na TV.


Facebook, Paulo Ferreira Da Cunha Jun 2010

Facebook, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Fascínios, possibilidades e perigos do Facebook e de tecnologias afins e seu uso. Sobretudo, a pseudo-democracia electrónica, tentação dos demagogos.


Autobiography And The Family Frame: Jaret Belliveau's “Dominion Street” At Gallery Tpw, Matthew Ryan Smith May 2010

Autobiography And The Family Frame: Jaret Belliveau's “Dominion Street” At Gallery Tpw, Matthew Ryan Smith

Matthew Ryan Smith, Ph.D.

Documented over a period of five years, “Dominion Street” presents a visual narrative of love, loss, and life encapsulated within an East Coast milieu. Privy to the Belliveau family’s emotional and physical plights, the artist utilizes an autobiographic frame offering up strikingly informal glimpses of his family.


Os Fundamentos Do Direito E O Processo De Bolonha, Paulo Ferreira Da Cunha May 2010

Os Fundamentos Do Direito E O Processo De Bolonha, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Há muitos mitos sobre o processo de Bolonha, que tem servido de álibi para muita coisa. Para X e o contrário de X. O presente artigo é uma resenha de um colóquio na Suiça, em que se discutiu a formação jurídica a sério e sem demagogia, no horizonte de Bolonha. Que, como todas as crises, pode e deve ser uma oportunidade para fazer triunfar o Direito pensado, e não a burocratização juridica positivista legalista. Entre as conclusões desta reunião está, naturalmente, a vontade de viver, continuar, e resistir, dedicada e inovadoramente, contra a tecnocratização do Direito. Como dizia Pietro Costa ...


Semiótica Dos Titulos, Paulo Ferreira Da Cunha May 2010

Semiótica Dos Titulos, Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

Uma coisa são habilitações reais, competência clara, outra são os títulos e os postos na carreira. Confunde-se demais o doirado dos “canudos” com a substância, assim como o renome mediático com qualidade. Há certamente uma patologia social quando se é povo de titulados e titulares. Tratamo-nos excessivamente por “doutores”, muitas vezes sem propriedade. O humanista Clenardo, no séc. XVI já, é que nos viu bem: generalizada mania da nobreza.


Fazer A "Diferença", Paulo Ferreira Da Cunha May 2010

Fazer A "Diferença", Paulo Ferreira Da Cunha

Paulo Ferreira da Cunha

O que é ser diferente? O que é "ter diferenças"? Porque se diz, hoje em dia, em língua portuguesa corrente, "diferença" em vez de "divergência"? Não será esse um dos "paralelipípedos de línguagem" em que tropeçamos, ou que arremessamos aos nossos co-falantes?


Duchamp's Audience, Venice Lombardo May 2010

Duchamp's Audience, Venice Lombardo

Honors College

An examination of Marcel Duchamp’s ideas of how art is defined, especially in regards to the role of the audience in determining whether an object is art and his challenges to how art was perceived, as demonstrated by his readymades. The struggle to define art is a significant element of society. With this paper, I argue against Duchamp’s view that the audience has a monopoly on power in the artist-audience relationship, showing that the audience can be persuaded to accept an object as art based on how the object is presented. This manipulation of the audience has meaningful ...